sábado, 17 de novembro de 2012

Wagner Castro fala sobre criação do Partido Federalista

Wagner Castro: Vamos crescer como os partidos de esquerda fizeram e tiveram sucesso no mundo, investimento na formação de quadros.
Em entrevista a O Imparcial, o empresário Wagner Castro falou da criação do Partido Federalista no Maranhão, a ideologia que tem como base a descentralização de poder e a consolidação de bases municipais.
Um novo partido deve ser registrado em breve no país no Brasil: é o Partido Federalista (PF). A mais nova sigla que tenta se emplacar no cenário político brasileiro não tem vergonha se assumir como direita e quer reduzir o poder do Governo Federal, dando mais autonomia a Estados e municípios, além de implantar na gestão pública o modelo privado. No Maranhão, o novo partido está sendo organizado pelo empresário Wagner Castro, que era filiado ao PSB e foi dirigente dos socialistas por muitos anos. O coordenador dos Federalistas no Maranhão afirmou que o partido já está se organizando em 28 municípios e espera estar em 50 até o fim de dezembro. O partido que já se estrutura em 20 Estados. A direção estadual será composta por sete pessoas, que devem ser representantes de regiões do partido no Maranhão. Presidentes de Federações de comércio e Indústria estão entre os principais apoiadores do PF. Formado principalmente por empresários, a nova legenda tem uma ideologia mais ligada a centro-direita. “As eleições são feitas para as direitas. O PMDB não tem uma linha clara, mas características de direita. O PF é de centro-direita, mas queremos fazer um trabalho de base”, afirmou Wagner. A ideologia consiste principalmente na descentralização do poder e na gestão pública com características de gestão privada. Seria um modelo semelhante ao dos Estados Unidos e países europeus, com muito mais autonomia para estados e municípios. “Sua matriz ideológica é buscar à recondução do federalismo no Brasil. A Constituição denomina o Estado brasileiro federado, por isto queremos um aprofundamento do pacto federativo. O modelo mais conhecido é dos Estados Unidos, também existe na França, Suíça e Alemanha. Consiste principalmente na autonomia administrativa, financeira, legislativa e judiciária dos Estados e municípios. A União passa a cuidar da Política externa, segurança nacional e macroeconomia”. Pela proposta do PF, os ministérios do Poder executivo Federal dariam lugar a Secretarias normativas. Estas secretarias cuidariam das noções gerais para todos os Estados. Porém, a criação de programas ficaria a cargo dos Estados. “Foi pensada a criação de um novo partido por não existir nenhum no Brasil com essa bandeira específica. Temos essa dicotomia PT-PSDB com dois partidos com o mesmo praticamente e nenhum contempla a repactuação do federalismo. Agente acha que isto resolveria uma série de problemas”, afirmou. Quando questionado se este modelo no Brasil não poderia aumentar a corrupção, já que prefeitos e governadores passariam a ter mais poder, e consequentemente, dinheiro, circulando nos cofres destes entes, Wagner acredita que a corrupção é fruto de uma grande concentração, e que o foco maior da corrupção é no governo federal. Com isso, uma distribuição, a corrupção seria minimizada. “Um dos princípios do federalismo é diminuir a corrupção. 75% de toda a receita de impostos, encargos, etc. fica com o governo federal, que notadamente é o foco maior de corrupção. Temos poucos focos comprovados nos Estados. A possibilidade da corrupção existir é maior com esta concentração”.
Confira a reportagem completa na edição impressa de O Imparcial.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

É HORA DE VOLTAR AO BATENTE

Fiquei afastado do Net por três meses. Noperíodo da campanha política, tive que me desdobrar entre minhas atividades profissionais e o apoio político que emprestei a alguns candidatos que tinha simpatia. O projeto em que estava envolvido pessoalmente, a candidatura ao senado, foi postergada para 2014, onde, espero, terá um espaça mais propício e um projeto mais bem construído junto a militancia e dirigentes do PSB. Por hora, fico na militancia e na defesa daquilo que julgo ser o melhor para o meu Estado e meu País.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Jingle de Dunga depois de Holanda 2 x 1 Brasil

O Exemplo da Seleção Brasileira de Futebol

Dunga: um exemplo mal acabado de prepotência e arrogância
Toda equipe que se monta para desenvolver um bom trabalho, tem que ter como critério básico a competência, o foco e o talento. A seleção brasileira de futebol não poderia seguir outra receita e esperar ser vitoriosa. Na política maranhense, as vezes, me parece que muitos seguem a receita de Dunga: Teimosia, arrogância e perseguição.

Dunga foi teimoso ao montar um time de dungas a pretexto de moralizar a CBF. Ao tratar uma coisa complexa como simples, dunga subestimou todos os adversários e achou que as muitas variáveis seriam simplesmente moldadas ao seu projeto.

Ao ser avisado pelos inúmeros especialistas sobre o tema, Dunga utilizou da fúria de sua arrogância para impor seu pensamento como única alternativa à questão, sob pena de todos aqueles que se levantassem, não contra ele, mas contra sua teoria, fossem levados ao status de traidor da pátria, antipatriota.

Por fim, Dunga começou a perseguir aqueles que, apesar de todos os avisos dados por ele, insistiam que seu trabalho deveria sofrer alguns ajustes. Era o exercício da democracia, pois quando existem varias visões a respeito da mesma coisa, poderemos aperfeiçoar uma idéia. E a perseguição se deu quando proibiu que os humoristas chegassem perto dos treinos da seleção e no segundo momento fechando os treinos para um batalhão de repórteres do mundo inteiro. Como disse Luís Ceará, “essa sim, a grande piada”.

As escrituras sagradas dizem em Provérbios 16:18 que “A soberba precede a destruição, e a altivez do espírito precede a queda."

Espero que pelo menos uma lição nos tenha dado, a todos, a derrota da seleção brasileira de futebol: Time de segunda fica nas quartas.